quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Parque Nacional da Peneda-Gerês

Fotografias da Cascata de Fafião e do Vale do Rio Homem.
O mapa do Parque Nacional têm mais ou menos a forma de uma ferradura, englobando as serras da Peneda, do Soajo, Amarela e do Gerês, e os planaltos de Castro Laboreiro e da Mourela. Nestas serras e planaltos serpenteiam enumeros riachos de águas cristalinas que se juntam em rios que já foram bravos como os bitxos, como é caso do Cávado, do Lima ou do Homem. Porém a construção de enumeras barragens hidroeléctricas alterou muito a natureza destes rios, assim como a paisagem do próprio parque.
O coberto vegetal é de enorme variedade e riqueza com carvalhais e pinhais, bosques de bétulas ou vidoeiros, embora existam grandes extensões de matos devido aos constantes incêndios. Um outro problema do parque é o avanço das árvores exóticas como eucaliptos e acácias. As espécies animais mais emblemáticas do parque são o lobo e a águia-real. Relativamente a anfíbios e répteis é uma área com grande riqueza, sendo o uníco sítio de Portugal em que podemos encontrar a Víbora-de-Seoane.
No Parque Nacional da Peneda-Gerês as espécies de repteis que podemos encontrar são: a Lagartixa-ibérica, a Lagartixa-de-Bocage, a Lagartixa-do-mato, o Lagarto-de-água, o Sardão, o Licranço, a Cobra-de-pernas-tridáctila, a Cobra-de-pernas-pentadáctila, a Cobra-cega, a Cobra-de-água-de-colar, a Cobra-de-água-viperina, a Cobra-lisa-meridional, a Cobra-lisa-europeia, a Cobra-de-escada e Cobra-rateira, a Víbora-cornuda e a Víbora-de-Seoane. Quanto a anfíbios podemos encontrar: a Salamandra-lusitânica, a Salamandra-de-pintas-amarelas, o Tritão-de-ventre-laranja, o Tritão-palmado, o Tritão-marmorado, a Rã- verde, a Rã-ibérica, a Rela, o Sapo-comum, a Rã-de-focinho-pontiagudo, o Sapo-corredor, o Sapo-de-unha -negra, e o Sapo-parteiro.

Área: 69592 hectares.
Criação: 1971