Uma das razões muitas vezes evocadas para a destruição de charcos, é o facto dos charcos serem viveiros de mosquitos! Que disparate! De facto os mosquitos depositam ovos na água onde vivem toda a fase larvar e um balde ou um bidão cheios de água colocados num local sombrio podem tornar-se viveiros de mosquitos. Mas num charco com boa exposição solar e cheio de vida, poucos mosquitos chegam à idade adulta, tantos que são os seus predadores!
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segunda-feira, 26 de março de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Triturus helveticus (Muda de pele)
Assim como os répteis, também os anfíbios mudam de pele! A pele é para os anfíbios um órgão de extrema importância pelo papel que assume na respiração e no equilíbrio salino destes animais. Para cumprir estas funções a pele dos anfíbios é obviamente permeável ficando assim exposta a diversos agentes patogénicos, é por esta razão que a maior das espécies possui glândulas produtoras de toxinas o que leva as pessoas a pensar que os anfíbios são animais venenosos quando na verdade a maior parte não o é! Para que a pele cumpra as suas importantes funções tem que ser mudada com alguma frequência! Mas como é muito fina e incolor muito raramente temos oportunidade observar este acontecimento, e na maior parte das vezes os animais comem a pele "velha" depois da muda não deixando sequer vestígios do acontecimento! Outras vezes deixam as peles "velhas" à deriva fazendo lembrar anfíbios fantasma a deambular pelos charcos!
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Tritão-palmado (Lissotriton helveticus)
Durante a época de reprodução é comum os machos das várias espécies de tritões sofrerem alterações morfológicas. Estas mudanças servem por um lado para se adaptarem à vida na água por outro para atrair as fêmeas. Os Tritões-palmados não fogem à regra e as adaptações dos machos nesta época são espectaculares. Em primeiro lugar ficam com umas cores vistosas muito mais "bonitas" que as que normalmente apresentam quando estão em terra e têm de passar despercebidos aos predadores.


Outra transformação impressionante são as membranas interdigitais que se desenvolvem entre os dedos das patas anteriores que facilitam a natação e que deram origem ao nome comum desta espécie.

Em todas ou quase todas as espécies de tritões a cauda fica mais espalmada durante a fase aquática facilitando também a natação, mas servindo principalmente de "leque" para que espalhem as feromonas em direcção das fêmeas durante as danças nupciais. No caso do Tritão-palmado surge ainda um pequeno filamento na ponta da cauda.

A ultima mudança é o inchaço da cloaca, uma característica que é também comum a todas as outras espécies de tritões existentes em Portugal.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
Fêmea de Tritão-palmado (Lissotriton helveticus)
O Tritão palmado assim como os outros tritões da nossa herpetofauna possui um ciclo de vida anual que passa por uma fase aquática e por uma fase terrestre. A fase aquática, quando decorre a reprodução, ocorre mais ou menos entre Dezembro e Junho, sendo que nas zonas mais frias pode iniciar-se já na primavera. Durante a fase terrestre que ocupa o resto do ano, os tritões só têm actividade nocturna, e em noites húmidas e pouco frias, passando o restante tempo escondidos sob pedras ou troncos.

sábado, 17 de janeiro de 2009
Tritão-palmado (Lissotriton helveticus)

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